Logotipo da Capim em azul escuro
Seta roxa apontando para a esquerda
home

Formas de pagamento para dentistas: qual a melhor para o seu consultório?

Saiba quais são as possíveis formas de pagamento para dentistas e como selecionar a melhor para sua clínica!

Imagem mostra uma ilustração de máquina de cartão de crédito ao centro e ao seu redor uma série de ícones representando pagamentos, como cartão de crédito, celular etc.
data

20/10/2023

tempo de leitura

7 minutos

compartilhe
Tags

Gestão Financeira

Meios de Pagamento

Financiamento Capim

Carnê Capim

Há pouco mais de uma década, havia duas formas principais de pagamento em consultórios odontológicos: dinheiro e cheque. A sociedade evoluiu, e a necessidade de mais segurança e conforto para os consumidores trouxeram os boletos e carnês.

Mas ainda havia mais espaço para a evolução, e a tecnologia digital trouxe os cartões de débito e crédito, as transferências, o Pix e os links para pagamentos on-line. A ponto de formas antigas de pagamento terem sido relegadas ao ostracismo (como o cheque). 

Os meios de pagamento constituem um item essencial nas relações de consumo. E não seria diferente para dentistas, que atendem muitos pacientes e fazem procedimentos de forma particular.

Neste artigo, falaremos sobre a importância de considerar formas de pagamento variadas no seu consultório ou clínica, além de apresentar um modelo moderno de gestão financeira que facilita o pagamento para o paciente e para você.

Que tipo de dentista deve se preocupar com meios de pagamento?

Qualquer dentista que tenha um consultório ou clínica e que ofereça serviços particulares ou não relacionados a planos odontológicos. Por exemplo, ainda ocorrem casos de dentistas que oferecem a possibilidade do paciente comprar equipamentos ou procedimentos complementares - como aparelhos ou sessões de clareamento.

Um parêntese importante: esse tipo de complemento não pode ser oferecido como algo obrigatório e vinculado ao atendimento, ou pode configurar a prática de venda casada, que é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Jornada do paciente

Antes de falarmos sobre os meios de pagamento em si, precisamos mostrar o contexto onde eles estão inseridos: a jornada do paciente. Trata-se do caminho percorrido por ele desde o primeiro contato com o consultório ou clínica até o final do tratamento, incluindo todas as interações com o dentista e sua equipe, além de parceiros (exames, procedimentos etc.). 

Conhecer a jornada do seu paciente é importante para identificar falhas e melhorar sua experiência - para que ele te procure novamente ou indique seus serviços para outras pessoas.

O pagamento é uma das etapas dessa jornada. E uma bastante importante. Um bom atendimento clínico é essencial, mas o paciente também deve se sentir confortável no relacionamento burocrático com o seu negócio. Por isso, oferecer formas de pagamento que façam sentido para o seu paciente é algo que não pode ser deixado em segundo plano.

Leia também: Como captar pacientes para o consultório odontológico: 8 dicas

Quais são as formas de pagamento existentes?

As principais formas de pagamento para consultórios odontológicos são:

  • Dinheiro
  • Boleto
  • Cheque
  • Cartão de débito ou de crédito
  • PIX
  • Mobile payment
  • Pagamento parcelado

Dinheiro

Sim, embora o uso de dinheiro vivo tenha caído bastante em detrimento dos meios digitais, as cédulas e moedas ainda são uma forma de pagamento. Na verdade, é o único meio que os estabelecimentos comerciais e de serviços são obrigados a aceitar. Recusar-se a receber valores em dinheiro vivo pode gerar multa para o estabelecimento ou prestador de serviço, de acordo com o artigo 43 da Lei das Contravenções Penais.

Neste caso, é importante contar com uma estrutura, como um cofre, para reforçar a segurança - ou então realizar depósitos diários para evitar que muito dinheiro fique na clínica.

Boleto

Esta tende a ser um meio de pagamento mais usado em clínicas com ticket médio mais alto. Os boletos foram a quarta forma mais utilizada pelos Brasileiros em 2022, com cerca de 4 bilhões de transações, porém devido à relevância deste formato em transações mais caras, ele foi o terceiro com maior valor movimentado (R$ 5,3 trilhões).

Este meio, autenticamente brasileiro, tem suas vantagens e desvantagens. Se por um lado ele é simples e propicia a inclusão do público desbancarizado ou que não tem acesso a internet para fazer pagamentos, para o negócio exige-se uma atenção grande às negociações de taxas e planejamento financeiro dada a demora para compensar.

Cheque

Lembra dele? Sim, o cheque ainda é utilizado no Brasil, embora com uma frequência cada vez menor. Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostram que o uso de cheques em 2022 foi o menor em mais de 15 anos, com queda de 93,4%.

A desvantagem do cheque é a possibilidade de fraudes no pagamento - os famosos “cheques sem fundo”, que podem causar dor de cabeça. Nenhum estabelecimento é obrigado a aceitar pagamentos em cheque, mas neste caso recomenda-se deixar essa informação clara ao paciente.

Cartão de débito ou de crédito

São a segunda forma de pagamento mais popular do país atualmente. Só no terceiro trimestre do ano passado foram R$ 827 bilhões movimentados em cartões de crédito ou débito, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Mesmo que a clínica não seja obrigada a oferecer essa modalidade, é melhor não fugir dela, dada sua popularização e facilidade.

A “desvantagem” do sistema é que há a cobrança de uma taxa de administração pela operadora, que varia de 3% a 8% do valor cobrado pela consulta ou procedimento (o índice é mais alto se o pagamento for no crédito parcelado). Além disso, também podem existir os custos com aluguel da máquina usada para a cobrança.

O dentista pode, no entanto, cobrar valores adicionais pelo uso do cartão. Neste caso, ele precisa informar isso com clareza ao paciente, e dizer que ele pagará mais barato se utilizar outras formas (Pix ou dinheiro vivo).

Avalie isso com cuidado - não são todos os dentistas que adotam essa prática, que pode ser vista como “mesquinharia” ou abuso, embora seja legal.

Outro recurso associado à cobrança por cartão de crédito é a antecipação dos recebíveis, que pode ser solicitada pelo estabelecimento, o que potencialmente pode ajudar a equilibrar as contas do mês. No entanto, é preciso ter atenção às taxas que tendem a aumentar de acordo com a quantidade de parcelas antecipadas, podendo chegar a mais de 10%.

Pix

A forma de pagamento do momento. O Pix, por ser rápido e não cobrar taxas, em apenas dois anos se tornou o meio para fazer pagamentos mais popular do Brasil, com 26 bilhões de transações e R$ 12,9 trilhões movimentados de janeiro a setembro de 2022.

Outra vantagem do Pix para as transferências tradicionais é que ele não exige diversos números relacionados à conta, agência e variações. Basta registrar a chave, ou gerar um QR Code, para utilizá-lo.

Mobile payment

Método que consiste no pagamento com aproximação do celular, por meio de serviços como o Google Pay, Apple Pay ou Samsung Pay, entre outros, além de aplicativos de bancos. A clínica precisa ter uma maquininha que tenha esse tipo de tecnologia. As tarifas são similares às cobradas pelas operadoras de cartões de crédito e débito.

Trata-se de uma modalidade interessante, principalmente se o seu público for sofisticado e exigente.

Pagamento parcelado

O pagamento parcelado não se resume apenas ao cartão de crédito. Hoje, clínicas odontológicas têm acesso a soluções desenvolvidas especialmente para suas necessidades, a fim de viabilizar tratamentos mais custosos para o paciente.

Dessa forma, você pode impedir que procedimentos importantes para a saúde bucal ou os sonhados procedimentos estéticos sejam adiados. E o mais interessante é que existe mais de uma forma de oferecer essa flexibilidade de pagamento — ambas disponíveis na plataforma Capim!

Solução de financiamento

Durante muito tempo, dentistas e pacientes evitaram adotar financiamentos para promover os tratamentos necessários. Afinal, os produtos disponíveis na maioria das instituições não eram voltados para esse setor e não ofereciam taxas e condições de pagamento adequadas.

Contudo, o tempo passou e o avanço da tecnologia permitiu o surgimento de empresas capazes de atender a esse contingente. A Capim, por exemplo, tornou-se pioneira ao ser a primeira plataforma de gestão do mercado a ter uma solução de financiamento nativamente integrada.

Por meio do Financiamento Capim, dentistas podem oferecer uma forma de pagamento flexível aos pacientes — que podem parcelar em até 36x —, sem ter riscos ou se preocupar com a burocracia das cobranças. E tudo ocorre de forma transparente, com o gestor da clínica tendo total visão do andamento dos processos pelo software odontológico.

Outros detalhes importantes são os benefícios direcionados e adaptados às necessidades do setor. Por exemplo, a análise e aprovação do crédito solicitado ocorre em poucos minutos, permitindo que o paciente saia da clínica já sabendo se poderá realizar o tratamento e com os boletos para pagar.

Ainda, você, dentista, conta com uma solução mais estratégica. Lembra da antecipação de recebíveis que mencionamos acima. Com o Financiamento Capim, a clínica tem a mesma vantagem de previsibilidade e fluidez no caixa, só que economizando 50% em relação às antecipações do cartão de crédito!

Parcelamento por conta própria

Outra forma de parcelamento possível para dentistas é que eles mesmos ofereçam essa condição aos pacientes. Naturalmente, há um risco de inadimplência envolvido e a responsabilidade burocrática das cobranças fica por sua conta.

A plataforma Capim deu um passo a mais para auxiliar quem deseja operar desta forma. O Carnê Capim permite que a clínica parcele por boletos e personalizando as condições de acordo com a negociação com o paciente. Por exemplo, você pode selecionar a quantidade de parcelas (até 36x) e a data do primeiro vencimento.

Além disso, como a cobrança é uma tarefa burocrática e morosa — especialmente para clínicas de pequeno e médio porte — há a possibilidade de um Serviço de Cobrança sob um custo adicional por boleto pago.

Finalmente, há aquele que talvez seja o recurso mais importante. Como saber se o paciente é um bom pagador e você não está assumindo um grande risco financeiro? Pelo Carnê Capim, você pode fazer a própria consulta de CPF da pessoa nos principais birôs de crédito (Boa Vista, Serasa e Capim Score).

Como saber que meio de pagamento oferecer ao paciente?

É necessário fazer uma seleção de acordo com o porte de sua clínica, localização e público. O importante é estudar o comportamento dos pacientes antes de tomar qualquer decisão, em vez de baseá-la em ideias pré-concebidas ou recomendações.

Por exemplo: se sua clínica oferece atendimento a preços populares em um bairro afastado, você pode pressupor que seu público há uma grande quantidade de desbancarizados. E, por isso, não oferecer boletos pode fazê-lo perder público

Outro ponto é identificar a própria demanda de seus pacientes. Se você não receber por Pix, mas receber muitas queixas de pacientes que querem pagar por esta modalidade, organize-se para atender a esta demanda. O ideal, no entanto, é se antecipar a esse tipo de pedido, oferecendo conforto e comodidade ao paciente para o pagamento.

Um último exemplo é atentar-se ao ticket médio e procedimentos oferecidos. Tome uma clínica especializada em implantes como exemplo: a instalação de próteses ou facetas não é muito barata e os meios mais tradicionais à vista não são o suficiente. Nestes casos, oferecer flexibilidade, por meio do financiamento, pode te ajudar a fechar mais contratos!

Adote uma ferramenta de gestão financeira

Independente do meio de pagamento adotado, é crucial manter um controle financeiro impecável, com plena noção dos planos de tratamentos, orçamentos e pagamentos. E fazer isso por meio de planilhas ou livro-caixa certamente não é a forma mais otimizada, trazendo risco à segurança das informações e veracidade dos dados, bem como confusões por erros manuais.

A melhor forma de gerenciar esta frente, em qualquer porte de clínica, é por meio de um sistema otimizado para sua prática, como a plataforma Capim!

Nela, você opera de forma 100% integrada, com as informações de pagamento e orçamentos estando integradas à ficha cadastral do paciente. Você ainda tem visão em tempo real das receitas e despesas, com relatórios gerenciais intuitivos para analisar a sua saúde financeira.

E o grande diferencial está nas formas de pagamento. Com o Financiamento Capim e o Carnê Capim, você tem novas opções, mais flexíveis e criadas para atender às necessidades do setor odontológico´.

Que tal ver na prática como tudo funciona? Clique aqui e teste o sistema por 7 dias grátis!

Continue Lendo

Gostou deste conteúdo? Compartilhe!